um país pouco desenvolvido

Egipto,

um dia o centro do mundo, fonte de inúmeros monumentos aos mais variados deuses e faraós, mas agora reduzido a um país indescritivelmente porco, imundo e com um povo oprimido pela religião e em que apenas os monumentos e o clima ameno conseguem atrair turistas.

durante séculos, a civilização egípcia antiga reinou nestes vales e planicies, banhadas pelo rio Nilo, fonte de vida e de desolação com as cheias.

mas agora, pouco resta desses tempos majestosos.

e o que resta, está a ser explorado intensivamente como se agricultura fosse, e em que os próprios guias estão treinados para que os visitantes não tenham tempo suficiente para analisar pormenores.

no vale dos reis por exemplo, já não é possível fotografar nada, há inclusivamente avisos de multas e apreensão de equipamento para quem tente passar ao lado destas restrições idiotas.

o povo em si, acima de sessenta por cento é muçulmano, e como tal, oprimido pela sua religião. não que eu os condene por tal, mas apenas porque provoca nos homens um comportamento inaceitável.

o assédio e a marcação cerrada que fazem a todas as mulheres é de uma indiscrição tal que só nos apetece mete-los num sitio onde eles nunca mais saiam. isto porque não é permitido às mulheres que andem descobertas fora de casa. aliás, até sei que neste país tanto a mulher como os filhos são propriedade do homem.

não fiquem assim tão admirados, é mesmo verdade, eu vi um passaporte de um nativo. além da foto dele, tem espaço das páginas seguintes para os dados da mulher (será apenas da principal?) e para os filhos (embora aqui o espaço seja limitado se forem mais que três).

por esta e por outras razões é que digo que o país não é civilizado e é mesmo verdade.

e para já fico por aqui, sendo que há muito a dizer a favor do Egipto como país, em futuros posts talvez escreverei de forma mais positiva, já que o calor que por lá se sente já me está a fazer ter saudades de lá estar…

categorias: coisas da minha mona,